Piso Emborrachado FR: segurança contra impactos e reação à chama em playgrounds

Piso Emborrachado FR para playground com absorção de impacto HIC testada e laudo de reação à chama.

Em projetos de playgrounds, áreas recreativas e espaços infantis, a escolha do revestimento não deve ser tratada apenas como uma decisão estética. O piso integra o sistema de segurança do ambiente e precisa ser especificado considerando fatores como altura de queda dos equipamentos, capacidade de absorção de impacto, características de uso e desempenho técnico do material. É nesse contexto que o Piso Emborrachado FR se apresenta como uma solução de alto desempenho para projetos que precisam conciliar proteção contra impactos e requisitos relacionados à reação à chama. Além de contar com laudo de reação à chama, o sistema oferece desempenho de absorção de impacto que permite alcançar determinadas alturas críticas de queda com espessuras reduzidas, ampliando as possibilidades de especificação para arquitetos, engenheiros, construtoras e demais profissionais responsáveis por ambientes recreativos. Neste artigo, explicamos o que é a altura crítica de queda, qual é a relação desse conceito com a ABNT NBR 16071-3, como funciona o critério HIC e por que esses dados precisam ser analisados antes da definição do piso de um playground. O que é o Piso Emborrachado FR? O Piso Emborrachado FR é um revestimento desenvolvido para áreas que demandam capacidade de amortecimento e requisitos específicos de desempenho em relação à chama. Em playgrounds, uma de suas principais funções é contribuir para a redução da intensidade do impacto decorrente de quedas. Isso é particularmente importante porque não basta definir que determinado projeto terá um “piso emborrachado”. Para uma especificação tecnicamente fundamentada, é necessário conhecer o desempenho do sistema efetivamente utilizado, considerando sua composição, espessura e resultados de ensaio. A segurança proporcionada por uma superfície de playground está diretamente relacionada à sua capacidade de atenuar impactos na condição para a qual foi especificada. Por isso, documentos técnicos e laudos tornam-se ferramentas fundamentais para quem projeta e executa esses espaços. O que a ABNT NBR 16071-3 estabelece para pisos de playground? A ABNT NBR 16071-3:2021 trata dos requisitos de segurança para pisos absorventes de impacto utilizados em playgrounds. Entre os aspectos importantes estabelecidos pela norma está a necessidade de utilizar piso com atenuação de impacto em toda a área de impacto abaixo de equipamentos cuja altura de queda livre seja superior a 600 mm. A norma também determina um princípio fundamental para a especificação: a altura crítica do piso deve ser igual ou superior à altura de queda livre do equipamento. Na prática, isso significa que a escolha do revestimento não deve começar simplesmente pela espessura da placa. Primeiro, o projetista precisa compreender a altura de queda associada ao equipamento e, a partir dela, selecionar um sistema cujo desempenho ensaiado seja compatível com essa condição. Essa mudança de perspectiva é importante porque duas soluções visualmente semelhantes — ou até mesmo duas placas com espessuras próximas — podem apresentar comportamentos diferentes durante um impacto. O que é altura crítica de queda? A altura crítica de queda representa o limite de altura para o qual determinada superfície apresenta o nível de atenuação de impacto definido pelo método de ensaio. É um parâmetro essencial para relacionar o desempenho do piso à altura de queda dos equipamentos instalados no playground. Para determiná-la, a ABNT NBR 16071-3 utiliza ensaios nos quais uma cabeça de teste instrumentada impacta a superfície a partir de diferentes alturas. O acelerômetro presente no equipamento registra o comportamento do impacto e esses dados são utilizados para calcular o HIC — Head Injury Criterion. A partir dos resultados obtidos em diferentes alturas, estabelece-se a altura crítica do sistema. Portanto, quando um catálogo ou laudo informa que determinada configuração de piso possui uma altura crítica específica, esse dado tem significado muito mais relevante para o projeto do que simplesmente dizer que o produto é “macio”, “amortecedor” ou “indicado para playground”. O que significa HIC? HIC é a sigla para Head Injury Criterion, ou Critério de Lesão na Cabeça. O indicador é utilizado para avaliar a severidade potencial do impacto sofrido pela cabeça durante uma queda. Segundo a metodologia prevista na ABNT NBR 16071-3, os valores de HIC são relacionados às respectivas alturas de queda durante o ensaio. A norma estabelece a determinação da altura crítica a partir do limite de HIC = 1.000. Em termos de projeto, isso permite substituir avaliações subjetivas por um critério mensurável. Um piso pode parecer confortável ao caminhar ou ao pressioná-lo com as mãos, mas essa percepção não demonstra, por si só, como o material responderá à energia gerada pela queda de uma criança. É justamente por isso que o laudo de ensaio de HIC tem tanta importância para especificadores. Piso Emborrachado FR: desempenho com menor espessura Um dos principais diferenciais técnicos apresentados para o Piso Emborrachado FR está na relação entre espessura e altura crítica de queda. De acordo com os dados técnicos fornecidos para a solução: Configuração Altura crítica de queda informada Comparativo com SBR convencional FR 10 mm até 1,0 m equivalente ao desempenho informado para placa SBR preta convencional de aproximadamente 15 mm FR 15 mm até 1,3 m equivalente ao desempenho informado para placa SBR preta convencional de aproximadamente 23 mm Os valores acima correspondem às informações técnicas fornecidas para o produto e devem ser confirmados nos respectivos laudos, considerando a configuração e as condições de instalação especificadas. Essa diferença pode ter impacto direto sobre o desenvolvimento do projeto. Quando uma solução consegue atingir o desempenho de absorção requerido com menor espessura, o especificador pode ganhar maior flexibilidade para trabalhar encontros com outros revestimentos, níveis de acabamento, transições, soleiras e demais interferências construtivas. Entretanto, é importante reforçar: espessura isoladamente não deve ser utilizada como garantia de desempenho. O parâmetro decisivo deve ser o resultado técnico obtido pelo sistema ensaiado. Por que a altura crítica deve ser definida antes da escolha do piso? Imagine um playground cujo equipamento apresente uma altura de queda livre de aproximadamente 1,20 m. Nesse cenário, especificar um piso simplesmente porque ele é comercializado como “emborrachado para playground” não é suficiente. O profissional precisa verificar se a configuração escolhida apresenta altura crítica compatível ou superior à altura de queda do equipamento, conforme determina a NBR 16071-3. No exemplo, uma configuração certificada apenas para 1,0 m não seria suficiente para atender uma queda de 1,20 m.

Havaianas recicladas viram piso de academia: o que arquitetos e engenheiros precisam saber sobre segurança, sustentabilidade e economia circular

Barra de musculação sobre piso emborrachado sustentável produzido com resíduos reciclados das Havaianas em ambiente de academia.

A transformação de resíduos em novos materiais de alto desempenho deixou de ser tendência para se tornar exigência em projetos corporativos, esportivos e comerciais. Um exemplo recente vem do programa de reciclagem da marca Havaianas, que passou a reaproveitar sobras e pares descartados na fabricação de novos produtos, incluindo pisos para academias. O tema ganhou relevância após reportagem publicada pela Folha de S.Paulo mostrar como a economia circular está criando novas aplicações para resíduos de borracha expandida. Entre elas, o desenvolvimento de pisos emborrachados voltados para ambientes de alto tráfego, como academias e centros esportivos. Mas existe um detalhe técnico importante que ainda recebe pouca atenção no mercado brasileiro: nem todo piso emborrachado atende às exigências de reação ao fogo para ambientes internos com grande circulação de pessoas. Economia circular aplicada aos revestimentos O conceito de economia circular busca ampliar o ciclo de vida dos materiais, reduzindo descarte e reaproveitando resíduos como matéria-prima para novos produtos. No caso das Havaianas, a Alpargatas precisou estruturar uma cadeia específica de logística reversa para reciclar a borracha expandida utilizada nos chinelos. Segundo a reportagem, quase 500 mil pares já foram reciclados desde o início do programa, lançado em 2020. O material triturado passa a ser utilizado em diversos produtos: A iniciativa também contribui para a redução de emissões de carbono. Estimativas apontam que a reciclagem mecânica da borracha pode emitir entre 60% e 80% menos CO₂ equivalente em comparação à produção de borracha virgem. O problema dos pisos emborrachados convencionais Grande parte dos pisos emborrachados utilizados em academias e playgrounds no Brasil é produzida com SBR (Styrene-Butadiene Rubber), material derivado de pneus reciclados. Embora amplamente utilizado, o SBR apresenta uma limitação crítica para aplicações internas: muitos produtos não atendem às exigências da classificação de reação ao fogo previstas na: Isso significa que um piso pode ser adequado para absorção de impacto e ainda assim não ser indicado para ambientes fechados com alta concentração de pessoas. Segurança contra incêndio: um fator frequentemente negligenciado Em áreas externas, como playgrounds, o comportamento do material em situação de incêndio tende a ser menos crítico. Porém, em academias, studios fitness, centros esportivos e ambientes indoor, a especificação correta do revestimento passa a ser uma questão de segurança. É justamente nesse ponto que os pisos produzidos a partir das sobras industriais das Havaianas ganham destaque. De acordo com o briefing fornecido pela Única Revestimentos, os pisos fabricados com esse material reciclado atendem aos critérios da NBR 16626 e às exigências da IT 10 do Corpo de Bombeiros paulista. Na prática, isso representa uma vantagem importante para: Sustentabilidade que vai além do marketing O setor da construção civil e arquitetura vive um momento de transformação. Hoje, especificar materiais sustentáveis não significa apenas utilizar produtos reciclados, mas considerar: Nesse cenário, materiais com origem reciclada precisam comprovar desempenho técnico equivalente — ou superior — aos produtos convencionais. O avanço dos pisos emborrachados produzidos com resíduos industriais mostra como a economia circular pode deixar de ser apenas um discurso ambiental e se tornar uma solução real de engenharia e especificação. O que avaliar antes de especificar piso emborrachado para academias Arquitetos, engenheiros e especificadores devem analisar alguns critérios fundamentais antes da escolha do revestimento: 1. Reação ao fogo Verificar se o produto atende à NBR 16626 e às exigências do Corpo de Bombeiros local. 2. Aplicação interna ou externa Nem todo piso desenvolvido para playground pode ser utilizado em academias internas. 3. Absorção de impacto Avaliar o nível de amortecimento conforme o uso do ambiente. 4. Emissão de odores e compostos Alguns pisos produzidos com pneus reciclados podem apresentar odor intenso ou maior emissão de compostos voláteis. 5. Sustentabilidade real Entender a origem da matéria-prima e a cadeia de reciclagem envolvida. A nova geração dos revestimentos sustentáveis A pressão por construções mais sustentáveis tende a acelerar a adoção de materiais reciclados tecnicamente avançados nos próximos anos. Programas de logística reversa como o da Havaianas mostram como resíduos antes descartados podem retornar ao mercado em aplicações de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, cresce a responsabilidade de arquitetos e engenheiros em especificar materiais que conciliem: Nesse contexto, os pisos emborrachados produzidos a partir de resíduos reciclados com certificações adequadas podem representar uma evolução importante para academias e ambientes esportivos contemporâneos. Onde encontrar pisos emborrachados sustentáveis para academias A Única Revestimentos trabalha com soluções de pisos emborrachados voltadas para academias, áreas fitness e projetos corporativos, incluindo opções produzidas com resíduos reciclados e materiais alinhados às demandas atuais de sustentabilidade e segurança técnica. Para arquitetos e especificadores, a recomendação é sempre solicitar:

Certificações ambientais e de qualidade em revestimentos: por que FSC® e ISO 9001 fazem diferença nos projetos corporativos

Painéis laminados decorativos com certificações FSC e ISO 9001 em ambiente sustentável e corporativo.

Em um mercado cada vez mais orientado por critérios ESG, desempenho técnico e responsabilidade ambiental, as certificações deixaram de ser apenas um diferencial competitivo para se tornarem um requisito estratégico em projetos de arquitetura, engenharia e design de interiores. Hospitais, escolas, aeroportos, escritórios corporativos e empreendimentos comerciais já exigem materiais com comprovação de qualidade, rastreabilidade e origem responsável. Nesse cenário, certificações como FSC® e ISO 9001 ganharam protagonismo na especificação de laminados decorativos e revestimentos de alta pressão (HPL). Mas afinal, o que essas certificações realmente garantem? E como elas impactam a escolha de materiais em projetos contemporâneos? O que é a certificação FSC®? O FSC® (Forest Stewardship Council®) é uma organização internacional independente que promove o manejo florestal responsável em escala global. A certificação assegura que a matéria-prima utilizada em determinado produto provém de florestas manejadas de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Na prática, isso significa que os produtos certificados seguem critérios rigorosos de rastreabilidade da cadeia produtiva, desde a origem da madeira até o produto final entregue ao mercado. Para arquitetos e especificadores, essa rastreabilidade tornou-se especialmente relevante em projetos que buscam certificações ambientais como LEED®, WELL e outras iniciativas voltadas à construção sustentável. Por que o FSC® é importante na arquitetura e no design de interiores? A especificação de materiais certificados atende a três demandas fundamentais do mercado atual: 1. Sustentabilidade comprovada Ao contrário do chamado “greenwashing”, a certificação FSC® é auditada por organismos independentes e reconhecida internacionalmente. Isso oferece maior segurança técnica para escritórios de arquitetura, construtoras e clientes corporativos. 2. Valorização de projetos ESG Empresas e incorporadoras têm buscado soluções alinhadas às políticas ambientais e de governança. O uso de revestimentos certificados contribui diretamente para esse posicionamento institucional. 3. Contribuição para certificações ambientais Produtos certificados FSC® podem colaborar em pontuações de sistemas como LEED®, especialmente em créditos relacionados à origem responsável de matérias-primas. A Formica® possui certificação FSC®? Sim. A Formica® disponibiliza laminados decorativos produzidos com certificação FSC®, mediante encomenda e conforme disponibilidade das linhas certificadas. Segundo informações publicadas pela Única Revestimentos, os laminados certificados asseguram que as matérias-primas utilizadas são provenientes de florestas manejadas de forma responsável. A linha Real Color, por exemplo, já possui produção certificada em determinadas configurações, especialmente por utilizar papéis provenientes de fornecedores homologados. Entre os padrões disponíveis estão cores lisas e o padrão madeirado M848 Moldau, em diferentes acabamentos. O que é a certificação ISO 9001? Enquanto o FSC® está ligado à origem responsável da matéria-prima, a ISO 9001 está relacionada à gestão da qualidade. A ISO 9001 é uma norma internacional que estabelece critérios para sistemas de gestão da qualidade dentro das empresas. Seu objetivo é garantir padronização de processos, melhoria contínua e maior confiabilidade dos produtos e serviços oferecidos. No setor de revestimentos e laminados decorativos, isso impacta diretamente fatores como: Pertech: qualidade, inovação e certificações reconhecidas A Pertech destaca-se no mercado brasileiro de laminados decorativos de alta pressão (HPL) justamente pela combinação entre desempenho técnico, inovação e certificações reconhecidas. Segundo a fabricante, grande parte de seus produtos já possui certificação FSC® e também certificação ISO 9001. Além disso, a empresa reforça políticas voltadas para: Essa combinação é particularmente relevante em aplicações corporativas e institucionais, onde desempenho, durabilidade e conformidade técnica são determinantes. Certificações agregam valor real ao projeto? Definitivamente, sim. Hoje, certificações funcionam como uma camada adicional de segurança técnica para todos os envolvidos no empreendimento: Ao especificar materiais certificados, o profissional reduz riscos relacionados à procedência, qualidade e sustentabilidade dos produtos. Além disso, em ambientes de alta circulação — como hospitais, escolas, aeroportos e escritórios corporativos — a confiabilidade dos revestimentos impacta diretamente manutenção, durabilidade e custo operacional ao longo do tempo. Laminados HPL e o avanço da arquitetura sustentável Os laminados decorativos HPL têm ganhado espaço em projetos contemporâneos por reunirem: Fabricantes como a Pertech vêm ampliando soluções para móveis, paredes, divisórias, fachadas e áreas de grande circulação, incluindo linhas com propriedades antibacterianas e elevada resistência à umidade, impactos e abrasão. Quando associados a certificações reconhecidas internacionalmente, esses materiais passam a atender também às demandas ambientais e institucionais do mercado contemporâneo. Como especificar revestimentos certificados corretamente? Antes da especificação, é importante verificar: Distribuidores especializados, como a Única Revestimentos, podem auxiliar arquitetos e especificadores na seleção adequada dos laminados certificados conforme cada aplicação. O futuro da especificação passa pela rastreabilidade A tendência é clara: materiais sem comprovação de origem, qualidade e responsabilidade ambiental perderão espaço nos projetos mais qualificados. Certificações como FSC® e ISO 9001 já deixaram de ser apenas um selo institucional. Hoje, elas representam transparência, responsabilidade técnica e alinhamento com as novas exigências da arquitetura contemporânea. Para profissionais que atuam em projetos corporativos, hospitalares, educacionais e comerciais, especificar revestimentos certificados é uma decisão que combina estética, desempenho e compromisso ambiental em um único produto.

Lambri e Ubá Branco da Santa Luzia: tendências sustentáveis que transformam paredes

Se você acompanha o universo da arquitetura e decoração, já percebeu: as paredes deixaram de ser coadjuvantes. Em 2026, elas assumem protagonismo com texturas, relevos e acabamentos que elevam qualquer ambiente. É nesse cenário que a Santa Luzia apresenta dois lançamentos estratégicos: o Lambri nas cores Fendi e Tauari e o Ubá Branco — soluções que combinam estética contemporânea, praticidade e um forte apelo sustentável. Neste artigo, você vai entender por que esses revestimentos estão ganhando espaço nos projetos e como utilizá-los de forma inteligente. Revestimentos ecológicos: o novo padrão da construção Antes de falar dos produtos, vale destacar um diferencial importante. Todos os lançamentos da Santa Luzia são produzidos a partir de EPS reciclado (poliestireno expandido) — um material que substitui a madeira com vantagens claras: Com mais de 100 mil toneladas de EPS recicladas, a marca se posiciona como referência em inovação sustentável no Brasil . Lambri Fendi e Tauari: aconchego e sofisticação em alta O lambri voltou com força — mas agora com uma releitura moderna, minimalista e extremamente versátil. As novas cores Fendi e Tauari seguem uma tendência clara do design contemporâneo: os tons naturais e acolhedores. Por que apostar no Lambri? Além disso, o produto já vem pronto para instalação, com encaixe preciso e acabamento uniforme. Especificações técnicas Diferença entre as cores Resultado? Um revestimento que equilibra estética e funcionalidade com facilidade. Ubá Branco: liberdade total para personalizar Outro destaque do lançamento é o Ubá Branco, pensado especialmente para arquitetos e designers que buscam flexibilidade. Ele nasce de uma demanda clara do mercado: um revestimento que pudesse ser totalmente personalizado. O grande diferencial O Ubá Branco pode ser: Isso amplia drasticamente as possibilidades criativas. Onde usar? Além disso, seu design cria textura e profundidade, mesmo em cores neutras. Benefícios que fazem a diferença no dia a dia Tanto o Lambri quanto o Ubá Branco compartilham vantagens práticas que pesam na decisão de compra: Ou seja, são ideais tanto para reformas rápidas quanto para obras completas. Tendência: paredes com textura e identidade O crescimento desses revestimentos acompanha uma mudança importante no comportamento do consumidor: 👉 Menos paredes lisas👉 Mais personalidade nos ambientes👉 Uso de texturas como elemento central Se antes o destaque estava apenas no piso ou mobiliário, agora as paredes assumem um papel estratégico no projeto. Vale a pena investir? Se você busca: A resposta é sim. Os lançamentos da Santa Luzia mostram que é possível unir design, tecnologia e responsabilidade ambiental em um único produto. Onde comprar revestimentos Santa Luzia? Se você quer levar essas soluções para o seu projeto, o ideal é comprar com um distribuidor especializado. 👉 Acesse agora: www.unicarevestimentos.com.br Encontre as melhores opções da Santa Luzia com atendimento especializado para seu projeto. O Lambri Fendi e Tauari e o Ubá Branco não são apenas lançamentos — são reflexo de uma nova forma de pensar os ambientes. Mais sustentáveis, mais versáteis e muito mais sofisticados. Se você quer atualizar seus projetos e acompanhar as tendências de 2026, esses revestimentos são um excelente ponto de partida.

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